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Mas os ministros estão céticos de que qualquer acordo seja feito ao iniciar o encontro. A Suécia assinalou o que acredita ser uma falha fundamental no plano e levantou a perspectiva de uma mudança difícil na legislação da UE para estabelecer o novo sistema.
"O BCE pode ser o supervisor, mas então nós precisamos considerar uma mudança no tratado", afirmou a repórteres o ministro das Finanças sueco, Anders Borg. "Ou você precisa mudar o tratado para ficar claro que todos os membros serão tratados de forma igualitária, ou você precisa tirar (a supervisão) do BCE."
Algumas autoridades estão preocupadas de que a construção da união bancária já está fraquejando, diante de forte oposição tanto de dentro como de fora da zona do euro.
A Alemanha, a maior economia da zona do euro, quer que a supervisão do BCE seja restrita aos principais bancos, enquanto a Grã-Bretanha, o maior país fora do euro, quer impedir que o banco central tome decisões que infrijem seus interesses.
A perspectiva de que o esquema será desfeito ameaça minar a confiança no euro e em suas frágeis economias, recentemente alavancadas pela promessa do BCE de apoiar países endividados com compras de títulos se certas condições forem cumpridas.
Fonte: Reuters