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Os trabalhadores defendem que as instituições financeiras instalem mais equipamentos de prevenção contra assaltos, sequestros e extorsões. "Com lucros acima de R$ 27,4 bilhões somente no primeiro semestre deste ano, os bancos têm recursos de sobra para colocar portas de segurança, além da implantação de câmeras internas e externas com monitoramento em tempo real fora dos estabelecimentos controlados e vidros blindados nas fachadas", destaca o dirigente sindical.
"Além disso, queremos equipamentos para combater o crime da ‘saidinha de banco’ que apavora e mata, como os biombos entre a fila de espera e os caixas, e as divisórias individualizadas e opacas entre os caixas internos e os eletrônicos com altura adequada para garantir a privacidade das operações dos clientes", conclui Ademir.
Fonte: Contraf-CUT com CE TV – 2ª Edição