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As negociações foram duras. A pauta de reivindicações foi entregue em agosto, mas seis rodadas depois, em outubro, nenhuma resposta havia sido feita.
O banco seguia à risca a orientação do governo, de negar qualquer aumento real e conceder abono. Em resposta, o funcionalismo intensificou as mobilizações, participando de atos e assembleias cada vez maiores e entrando em estado de greve.
A partir daí, o governo decidiu mudar sua postura e voltou à mesa de negociação com uma proposta que atendeu aos interesses dos funcionários.
Itens do acordo
O acordo prevê reajuste de 9% sobre salários e demais verbas, garantindo aumento real, gratificação extraordinária de 1 salário (abono salarial) e 13ª cesta-alimentação no valor de R$ 339,08.
Outra conquista foi a criação de uma comissão paritária para, em 90 dias, apresentar proposta referente à complementação do salário dos funcionários que se encontram em licença-médica (auxílio-acidente de trabalho ou auxílio-doença).
O banco também se compromete a formar uma comissão paritária também para estudar a extensão do acordo de horas extras para os readmitidos em função da lei da anistia.
Fonte: Contraf-CUT com Seeb Rio