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Carlos lembrou que esta prática pouco ou nada se diferencia das dos bancos privados. "Um banco público não pode se preocupar mais com o lucro do que com a vida dos funcionários e o desenvolvimento econômico e social. Mas, infelizmente, é o que vem acontecendo com o BB", criticou.
Fim do assédio
O caso da morte de Paulo Celestino foi levado pela Comissão de Empresa dos Funcionários para a mesa de negociação permanente, que teve uma nova rodada na última quarta-feira (1º/6). "Fizemos uma declaração de repúdio aos representantes do banco pela morte do Paulo. Exigimos o fim da pressão sistemática por metas. O falecimento de mais este companheiro por infarto e o adoecimento de tantos outros são um sintoma de que o BB tem que rever sua política", afirmou.
Fonte: Seeb Rio de Janeiro





