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O governo também se recusou a apontar um percentual de correção da tabela do imposto de renda para este ano.
Por outro lado, os ministros garantiram que a política de valorização do salário mínimo continuará e que as centrais podem reavaliar os termos do acordo e aperfeiçoá-lo, se necessário, para os próximos anos.
Ofereceram a correção da tabela do imposto de renda para os próximos quatro anos e garantiram que o governo vai criar uma mesa de negociação para elaborar uma política de valorização permanente dos aposentados.
Mas essas três propostas do governo só passariam a dar resultados objetivos a partir de 2012.
"A sinalização que o governo faz é positiva, com isso concordamos. O problema é que os ministros não ofereceram nada para 2011", diz Artur.
Não foi definida uma data para nova rodada de negociação, mas a possibilidade permaneceu aberta. "Ainda não há acordo", disse Mantega durante a reunião, o que foi interpretado por muitos dirigentes sindicais como uma brecha na postura até agora inflexível em relação ao valor do salário mínimo.
A CUT foi representada por Artur, José Lopez Feijóo, vice-presidente, Rosane Silva, secretária nacional da Mulher Trabalhadora, e por Juvândia Moreira Leite, presidenta do Sindicato dos Bancários de São Paulo.
Fonte: Isaías Dalle – CUT