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Crédito: Estado de Minas

No Banco do Brasil, o movimento já atinge 65% das agências da capital, além de cidades do interior como Juatuba, Lagoa Santa, Mateus Leme e Pedro Leopoldo. Além disso, cerca de 30 agências de bancos privados paralisaram suas atividades.
Em assembleia da categoria realizada em frente a agência do Banco do Brasil, na rua Rio de Janeiro, os trabalhadores decidiram pela continuidade do movimento.
A paralisação por tempo indeterminado foi decidida em assembleias realizadas pelos bancários de todo o país no dia 28 de setembro para pressionar os bancos a apresentarem uma proposta que contemple suas reivindicações.
A categoria reivindica: 11% de reajuste, valorização dos pisos salariais, PLR maior, medidas de proteção da saúde que inclua o combate ao assédio moral e às metas abusivas, garantia de emprego, mais contratações, igualdade de oportunidades para todos e mais segurança.
Para Cardoso, presidente do Sindicato e integrante do Comando Nacional dos Bancários, estes sete dias de greve vêm demonstrando a disposição da categoria em fortalecer ainda mais a mobilização para forçar os banqueiros a atenderem as reivindicações dos trabalhadores.
"Apesar da truculência dos bancos privados que insistem em usar o interdito proibitório na tentativa de intimidar os bancários e esvaziar a nossa greve, o movimento só vem crescendo a cada dia. Prova disso é o número cada vez maior de bancários do interior que vem aderindo ao movimento", ressaltou
Fonte: Seeb BH e Região