Representantes dos funcionários reforçam que acordos coletivos já assinados regulam o tema e também rechaçam pressão para mudança das férias

São Paulo – O Sindicato vem recebendo denúncias de que gestores do Banco do Brasil estão, mais uma vez, pressionando funcionários que participaram da greve a assinar termos pessoais com compromissos de compensação.

A orientação do Sindicato é para que os funcionários do Banco do Brasil não assinem termo pessoal algum sobre compensação de horas de greve. Tanto a convenção coletiva da categoria quanto o acordo aditivo específico foram assinados na sexta-feira 18 e não há mais nenhum documento para regular o tema.

Férias – No evento de assinatura dos acordos coletivos, inclusive, os representantes dos funcionários cobraram da direção do banco postura diferente da adotada em 2012, quando passou cerca de dois meses assediando violentamente os bancários que participaram da greve.

Naquele ano, após cancelamentos de férias e outros tipos de práticas antissindicais, os funcionários encaminharam denúncia ao Ministério Público do Trabalho, que, após duas audiências, resolveu abrir processo investigatório que está em curso.

Após a cobrança, porém, já aparecem denúncias de gestores mandando bancários adiarem e cancelarem o período de descanso.

Segundo William Mendes, coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB, os gestores do banco tentam expor e coagir os funcionários que participaram do processo da greve. “É uma maneira de não encerrar o conflito da campanha nacional para esses bancários lutadores. Não vamos aceitar isso e os sindicatos estarão atentos a essas práticas antissindicais. Se o desejo do BB é não terminar o conflito da greve iniciado por parte dele (banco), não tem problema, vamos para o embate”, ressalta.

Para o dirigente sindical, isso é muito ruim e mostra falta de seriedade por parte da direção do banco ou de alguns administradores. “Não sabemos ainda de onde partiu a ordem de assediar os grevistas”, afirma.

Os representantes dos funcionários entraram em contato com a direção da empresa na segunda 21 e espera resposta.

“Esperamos que a direção do banco tenha a grandeza de virar a página da Campanha 2013 e permitir que a vida dos bancários volte à normalidade. Será ‘Bom Pra Todos’ isso. Os bancários não estão se negando a cumprir a Convenção Coletiva, que prevê a compensação de até uma hora por dia até 15 de dezembro, mas não aceitaremos que o banco crie regras que não estão previstas na CCT nem cometa abusos contra os bancários. Se for preciso, os sindicatos farão a defesa dos bancários com ações sindicais”, alerta o diretor da Contraf-CUT.

Além de não assinar nenhum termo de compensação, os bancários devem avisar imediatamente qualquer caso de cancelamento de férias.

 

SEEB-SP

Grevistas não devem assinar termo no BB

Representantes dos funcionários reforçam que acordos coletivos já assinados regulam o tema e também rechaçam pressão para mudança das férias

São Paulo – O Sindicato vem recebendo denúncias de que gestores do Banco do Brasil estão, mais uma vez, pressionando funcionários que participaram da greve a assinar termos pessoais com compromissos de compensação.

A orientação do Sindicato é para que os funcionários do Banco do Brasil não assinem termo pessoal algum sobre compensação de horas de greve. Tanto a convenção coletiva da categoria quanto o acordo aditivo específico foram assinados na sexta-feira 18 e não há mais nenhum documento para regular o tema.

Férias – No evento de assinatura dos acordos coletivos, inclusive, os representantes dos funcionários cobraram da direção do banco postura diferente da adotada em 2012, quando passou cerca de dois meses assediando violentamente os bancários que participaram da greve.

Naquele ano, após cancelamentos de férias e outros tipos de práticas antissindicais, os funcionários encaminharam denúncia ao Ministério Público do Trabalho, que, após duas audiências, resolveu abrir processo investigatório que está em curso.

Após a cobrança, porém, já aparecem denúncias de gestores mandando bancários adiarem e cancelarem o período de descanso.

Segundo William Mendes, coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB, os gestores do banco tentam expor e coagir os funcionários que participaram do processo da greve. “É uma maneira de não encerrar o conflito da campanha nacional para esses bancários lutadores. Não vamos aceitar isso e os sindicatos estarão atentos a essas práticas antissindicais. Se o desejo do BB é não terminar o conflito da greve iniciado por parte dele (banco), não tem problema, vamos para o embate”, ressalta.

Para o dirigente sindical, isso é muito ruim e mostra falta de seriedade por parte da direção do banco ou de alguns administradores. “Não sabemos ainda de onde partiu a ordem de assediar os grevistas”, afirma.

Os representantes dos funcionários entraram em contato com a direção da empresa na segunda 21 e espera resposta.

“Esperamos que a direção do banco tenha a grandeza de virar a página da Campanha 2013 e permitir que a vida dos bancários volte à normalidade. Será ‘Bom Pra Todos’ isso. Os bancários não estão se negando a cumprir a Convenção Coletiva, que prevê a compensação de até uma hora por dia até 15 de dezembro, mas não aceitaremos que o banco crie regras que não estão previstas na CCT nem cometa abusos contra os bancários. Se for preciso, os sindicatos farão a defesa dos bancários com ações sindicais”, alerta o diretor da Contraf-CUT.

Além de não assinar nenhum termo de compensação, os bancários devem avisar imediatamente qualquer caso de cancelamento de férias.

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Grevistas não devem assinar termo no BB

Representantes dos funcionários reforçam que acordos coletivos já assinados regulam o tema e também rechaçam pressão para mudança das férias

São Paulo – O Sindicato vem recebendo denúncias de que gestores do Banco do Brasil estão, mais uma vez, pressionando funcionários que participaram da greve a assinar termos pessoais com compromissos de compensação.

A orientação do Sindicato é para que os funcionários do Banco do Brasil não assinem termo pessoal algum sobre compensação de horas de greve. Tanto a convenção coletiva da categoria quanto o acordo aditivo específico foram assinados na sexta-feira 18 e não há mais nenhum documento para regular o tema.

Férias – No evento de assinatura dos acordos coletivos, inclusive, os representantes dos funcionários cobraram da direção do banco postura diferente da adotada em 2012, quando passou cerca de dois meses assediando violentamente os bancários que participaram da greve.

Naquele ano, após cancelamentos de férias e outros tipos de práticas antissindicais, os funcionários encaminharam denúncia ao Ministério Público do Trabalho, que, após duas audiências, resolveu abrir processo investigatório que está em curso.

Após a cobrança, porém, já aparecem denúncias de gestores mandando bancários adiarem e cancelarem o período de descanso.

Segundo William Mendes, coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB, os gestores do banco tentam expor e coagir os funcionários que participaram do processo da greve. “É uma maneira de não encerrar o conflito da campanha nacional para esses bancários lutadores. Não vamos aceitar isso e os sindicatos estarão atentos a essas práticas antissindicais. Se o desejo do BB é não terminar o conflito da greve iniciado por parte dele (banco), não tem problema, vamos para o embate”, ressalta.

Para o dirigente sindical, isso é muito ruim e mostra falta de seriedade por parte da direção do banco ou de alguns administradores. “Não sabemos ainda de onde partiu a ordem de assediar os grevistas”, afirma.

Os representantes dos funcionários entraram em contato com a direção da empresa na segunda 21 e espera resposta.

“Esperamos que a direção do banco tenha a grandeza de virar a página da Campanha 2013 e permitir que a vida dos bancários volte à normalidade. Será ‘Bom Pra Todos’ isso. Os bancários não estão se negando a cumprir a Convenção Coletiva, que prevê a compensação de até uma hora por dia até 15 de dezembro, mas não aceitaremos que o banco crie regras que não estão previstas na CCT nem cometa abusos contra os bancários. Se for preciso, os sindicatos farão a defesa dos bancários com ações sindicais”, alerta o diretor da Contraf-CUT.

Além de não assinar nenhum termo de compensação, os bancários devem avisar imediatamente qualquer caso de cancelamento de férias.

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Walmar Pessoa
Author: Walmar Pessoa

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