Getting your Trinity Audio player ready...
|
Também pressionaram a taxa as classes habitação (0,23%) e saúde (0,28%). Já os grupos equipamento doméstico (-0,73%), vestuário (-0,23%) e transporte (-0,07%) tiveram variações negativas.
No grupo alimentação, houve alta em todos os subgrupos. Produtos in natura e semielaborados sofreram elevação de 1,38%, produtos da indústria alimentícia, de 0,93%, e alimentação fora do domicílio, de 0,85%.
Entre os produtos in natura e semielaborados, destacam-se os legumes, cujos preços subiram 20,07%, com destaque para o tomate (32,79%), o pimentão (22,73%) e a berinjela (18,58%). As hortaliças subiram 8,46%, com as maiores contribuições do repolho (18,00%), da escarola (12,21%) e alface (10,44%).
No caso da habitação, a alta se deve aos subgrupos locação, impostos e condomínio (0,03%) e operação do domicílio (-0,12%). Houve aumento em conservação do domicílio (1,90%), sob o impacto da alta no custo da mão de obra na construção civil. Em saúde, a maior influência partiu dos preços da assistência médica (0,3%).
Fonte: Agência Brasil