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O grupo Saúde (2,02%) apresentou variações distintas entre seus subgrupos: assistência médica (2,53%) e medicamentos e produtos farmacêuticos (0,01%). Esta alta deve-se a alguns reajustes ocorridos nos seguintes itens: diária hospitalar (9,31%), consultas médicas (2,64%) e seguros e convênios (2,45%).
A alta no Transporte (0,54%) ocorreu unicamente no subgrupo individual (0,79%), uma vez que o coletivo não variou. Observam-se taxas positivas no álcool (5,95%) e no diesel (1,31%), sendo que a gasolina (-0,29%) sofreu pequena retração em seu valor.
Na Habitação (0,26%), as taxas de seus subgrupos foram: locação, impostos e condomínio (0,07%), operação (0,09%) e conservação do domicílio (1,20%); o aumento ocorrido neste último subgrupo deve-se ao reajuste na mão de obra da construção civil, de 1,57%.
IPCA
A inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), fechou o mês de julho em 0,16%. Mesmo ficando praticamente estável na comparação com o mês anterior (0,15%), a taxa contribuiu para que o índice acumulado nos sete meses do ano atingisse 4,04%. Esse resultado supera em 0,94 ponto percentual o registrado em igual período do ano passado, 3,1%.
Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (5) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No acumulado dos últimos 12 meses, a inflação está em 6,87%. A taxa é superior ao limite da meta fixada pelo governo para este ano, que tem como centro 4,5% e limite superior de 6,5%.
O resultado de julho (0,16%) ficou praticamente estável em relação ao mês anterior, quando a taxa foi 0,15%, mas supera o de julho de 2010 (0,01%).
INPC
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que mede a inflação para as famílias com renda até seis salários mínimos, não apresentou variação (0,00%). A taxa é inferior à registrada em junho, que havia sido 0,22%. O INPC acumula inflação de 3,70% no ano e de 6,87% nos últimos 12 meses.
Fonte: Dieese e Agência Brasil