JÁ É TEMPO DE UM PCC DIGNO

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Terça / 12 de janeiro  Dia Nacional de Luta or um PCC digno -Fundada há 149 anos, no dia 12 de janeiro de  1861, a Caixa Econômica Federal tem uma longa história de bons serviços prestados ao povo brasileiro ue se confunde com o desenvolvimento o país. Na recente crise financeira mundial, a empresa esempenhou importante papel estratégico, na qualidade e banco público.
Agora chegou a vez dos empregados serem valorizados  altura do que merecem. Já é tempo de um novo Plano de Cargos Comissionados (PCC), digno, sem distorções e njustiças. Por isso, os bancários irão comemorar o aniversário ealizando um Dia Nacional de Luta, conforme foi provado no encontro nacional de dirigentes sindicais da aixa, promovido pela Contraf/CUT e realizado no último 8 de dezembro, em São Paulo.
Em julho de 2009 foi apresentada pelos representantes os empregados à direção da Caixa uma proposta de um ovo PCC. Mas a Caixa não se manifestou até hoje sobre la. A implantação de um novo PCC é uma reivindicaçãohistórica dos empregados.
 

Na última negociação, ocorrida no dia 2 de dezembro, m Brasília, a empresa apresentou apenas as linhas gerais e um Plano de Funções Gratificadas (PFG), incompleto, sem a descrição dos valores da tabela, frustrando as entidades sindicais e representativas e os trabalhadores. lguns itens são inclusive prejudiciais aos empregados.

Por outro lado, a Caixa deixou claro que pretende eduzir os salários dos empregados com funções técnicas o adequar a jornada de oito para seis horas, antes da migração para a nova tabela. Outro ponto inaceitável é que continua a discriminação dos empregados vinculados o REG/Replan não-saldado ou ao antigo PCS.

Desta forma, vamos cantar parabéns e soprar as velinhas do bolo de aniversário, fortalecendo a luta por um PCC digno e abrindo a agenda de mobilização de 2010. Aluta dos empregados da Caixa não tira férias.

 
Proposta de PFG da Caixa ão acaba com injustiças
 

A proposta apresentada pela empresa revê a unificação das três tabelas xistentes no PCC, devendo ser criados 5 níveis, com 15% de diferença entre les, acabando com as classes de filiais e mercados nas áreas de negócio. Além disso, ltera a nomenclatura dos cargos e os agrupa reduzindo de 119 para 56 funções,  mantendo os quantitativos.
 
Também realinha os cargos hierarquicamente de acordo com a complexidade, a responsabilidade e
as atribuições.
Os empregados migrarão do PCC para o PFG de maneira automática no cargo correspondente. Nesse processo de migração (“de-para”) poderá ocorrer redução de remuneração básica, tendo em vista a reclassificação.
Para garantir a irredutibilidade negociada na campanha dos bancários de 2009, a empresa propôs a criação do mecanismo chamado “APA” – Adicional Provisório de Ajuste do PFG. A Caixa, porém, vincula a implantação do PFG à solução das jornadas da carreira técnica, reduzindo de oito para seis horas com redução proporcional ao salário.
Segundo o acordo aditivo firmado em 2008, a implantação do PFG deveria acontecer, no máximo, no fim do ano passado (2009), mas as projeções da empresa apontam que isto poderá ocorrer no primeiro trimestre de 2010, com efeito retroativo até a data da redução da jornada.
A Contraf-CUT e o movimento nacional dos empregados consideram inaceitáveis uma série de itens do plano da Caixa que são prejudiciais aos trabalhadores, como a rfedução de salário, manutenção de jornada de oito horas para funções de gestão e jornada aberta para chefes de unidades, rretaliação nas regras de transição (exclusão de quem não saldou o REG/Replan) e crescimento horizontal por meio do CTVA e por avaliação de mérito.
 
A proposta de CC dos empregados confira os principais itens da proposta apresentada pela
Contraf/CUT e Comissão Executiva dos Empregados (CEE/
Caixa), em julho do ano passado:
Piso de Remuneração de Função
n Transformação dos pisos de mercado em Piso de
Remuneração de Função (PRF), utilizando-se não só o
parâmetro de mercado, mas também a realidade interna
da Caixa para a definição dos valores, garantindo-se, para o
PRF, o mesmo reajuste dos salários nas campanhas salariais.
Critérios de comissionamento
e descomissionamento
n Eliminação da possibilidade de nomeação pelo gestor de todo
e qualquer cargo, com a revisão do MN RH 060, utilizando-se
sempre PSI (Processo Seletivo Interno) ou no caso do Bancop
(Banco de Oportunidades) respeitar a classificação.
n Criação de critérios coerentes com os de nomeação
para destituição de cargos, retirando do gestor o poder
discricionário de destituir.
Progressão horizontal no PCC
n Criação de níveis de remuneração dos cargos (Comissão)
com a progressão horizontal em cada cargo, por tempo de
exercício.
Jornada
n Jornada de seis horas para todos os cargos.
n Definição das referências salariais no mínimo com os valores
da jornada de 8 horas praticados atualmente pela Caixa.
 
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