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Crédito: Seeb Criciúma

A vitória judicial coincidiu com a retomada das negociações com a Fenaban. "Foi à força do movimento em todo o país, fechando mais de 9 mil agências que provocou a chamada para novas negociações. Acreditamos que eles deverão apresentar uma proposta bem melhor que os 8% para encerrarmos a paralisação", avalia Ronald Pagel Soares, presidente do Sindicato dos Bancários de Criciúma e região.
Mais de 9 mil agências em todo o país foram paralisadas desde que a greve iniciou no dia 27 de setembro, com a rejeição do reajuste de 8% oferecido pelos bancos. Em Criciúma, a adesão dos bancários é de mais de 90%.
Os bancários reivindicam reajuste de 12,8% (aumento real de 5% mais inflação do período), valorização do piso, maior Participação nos Lucros e Resultados (PLR), mais contratações, extinção da rotatividade, fim das metas abusivas, combate ao assédio moral, segurança contra assaltos e seqüestros, igualdade de oportunidades, melhoria do atendimento dos clientes e inclusão bancária sem precarização, dentre outros itens.
Fonte: Maristela Benedet – Seeb Criciúma