Getting your Trinity Audio player ready...
|
Comprovada a doença por conta dos esforços repetitivos em tantos anos de trabalho no HSBC, a Justiça decidiu pela reintegração imediata da bancária, entendendo que ela não deve ser penalizada ainda mais pela instituição, especialmente com a demissão sumária.
"O entendimento do magistrado foi em favor de mais uma trabalhadora que seria injustiçada por um banco, que usa a mão de obra das pessoas e, depois de adoecê-las, tenta simplesmente ‘se livrar’ delas. O HSBC tem atuado de forma a promover uma grande onda de demissões em todo o país, excluíndo seus funcionários antigos, gradativamente, e aproveitado mão de obra terceirizada, sempre, é claro, visando o lucro em detrimento ao valor do ser humano", avalia Euryale Brasil, presidente em exercício do Sindicato dos Bancários e Trabalhadores do Ramo Financeiro de Rondônia.
Fonte: Contraf-CUT com Seeb Rondônia