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O banco só não registrou um lucro líquido maior no último trimestre de 2011 por causa de maiores despesas com pessoal (+25,7%) e com captação (+28,1%).
No balanço, divulgado nesta segunda-feira, o banco prevê que a carteira de crédito expandida registre expansão entre 18% e 22% em 2012, com destaque para o segmento de middle market. A instituição também projeta aumento entre 11% e 13% nos gastos com pessoal e outras despesas administrativas, mais moderado do que a expansão do ano passado.
"Estamos mais otimistas em relação ao crédito em 2012", diz Sérgio Lulia Jacob, vice-presidente financeiro do ABC Brasil. A única preocupação que o ano traz é em relação à inadimplência. "Como o ano deve começar com a atividade mais lenta, os atrasos ainda devem subir um pouco", afirma o executivo.
Os atrasos acima de 90 dias atingiram 0,21% da carteira, com um aumento de 0,02 ponto percentual em relação ao trimestre anterior.
Em meados do ano passado, o desempenho do banco no Brasil vinha se destacando nos ganhos do Arab Banking Corporation (ABC), controlado pelo banco central líbio, em meio à turbulência política que culminou com a morte de Muammar Gadaffi, ditador da Líbia por 42 anos.
Fonte: Valor Econômico / Daniela Machado e Carolina Mandl