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Para o dirigente da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e coordenador da Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Itaú, Jair Alves, o banco trabalha de olho na aprovação da reforma da Previdência. “Com a aprovação da reforma o banco vai ganhar e aumentar ainda mais seus lucros”, disse.
A holding encerrou o 1º trimestre de 2019 com 86.204 empregados no país, com abertura de 361 novos postos de trabalho em doze meses, porém, foram fechados 597 postos no último trimestre do ano. Outro ponto negativo foi o fechamento de agências. Foram 60 agências fechadas no período.
“Com o fechamento de agências e a aposta no modelo digital o banco entrega o que seus acionistas mais cobram, menos custos e mais dividendos. Sem contar com a atuação no grande mercado de cartão de crédito e das maquininhas, aproveitando a crise para crescer em credito pessoal e ajudar a ampliar ainda mais no endividamento do povo, com um spread na lua”, completou o dirigente da Contraf-CUT.
O fechamento de agências será uma das questões a serem tratadas na reunião da Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Itaú com o banco, na próxima terça-feira (7).
Veja abaixo a tabela resumo do balanço ou, se preferir, leia a íntegra da análise do balanço do Itaú no 1º trimestre de 2019, ambas elaboradas pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).

Fonte: Contraf-CUT