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Fausto ocupou a presidência do Sindicato na gestão dos anos de 1959 e 1960. Na entidade, trabalhou também no conselho fiscal, na secretaria, foi delegado representante e diretor dos aposentados.
Em sua longa trajetória política, ele participou de importantes campanhas de interesses coletivos e nacionais, como "O Petróleo é nosso" e "O minério não dá duas safras".
Também combateu a ditadura e foi preso pelo regime militar, sendo condenado a 15 anos de prisão. Com a redemocratização do Brasil, voltou à militância sindical e integrou a luta pelos direitos dos aposentados, tanto na diretoria do Sindicato quanto como presidente da Federação dos Aposentados e Pensionistas de Minas Gerais (FAP-MG). Participou da importante campanha que garantiu, em 1991, o reajuste de 147% das aposentadorias.
Para o presidente do Sindicato, Cardoso, "é uma honra para o Sindicato dos Bancários ter em sua história um ex-presidente como Fausto Drumond. Este grande homem dedicou boa parte de sua vida à causa dos trabalhadores bancários e deixa uma importante marca, tanto no Sindicato quanto em toda a mobilização de trabalhadores no país".
A Contraf-CUT manifesta sentimentos de dor e solidariedade aos seus amigos, familiares e dirigentes sindicais de Belo Horizonte.
Fonte: Contraf-CUT com Seeb BH