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A CUT, representada pelo diretor executivo Júlio Turra, marcou presença. "Devemos nos congraçar com os egípicios. Há 14 milhões deles neste momento comemorando nas ruas do país a queda de Mubarak. Um povo valente, que há 18 dias está mobilizado num levante revolucionário", disse Júlio.
Para ele, a entronização de uma junta militar para substituir o ditador não fará o povo recuar ou diminuir a intensidade da luta. "Os egípcios não vão deixar se enganar tão facilmente quanto alguns podem supor ou temer. Não vão aceitar mais do mesmo, vão continuar mobilizados até encontrar uma saída democrática", disse, durante sua intervenção no ato.
Fonte: CUT Nacional