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"Os trabalhadores repudiam a atitude do banco de querer colocar fim à greve na instituição por meio do dissídio coletivo e reafirmam a convicção de que as vias democráticas, que contemplam a negociação entre bancos e entidades sindicais durante a Campanha Nacional da categoria, são o melhor caminho para a valorização dos trabalhadores e do banco", destaca Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT.
Nesta sexta-feira (9), o Sindicato dos Bancários do Pará, a Contraf-CUT e a Fetec-CUT/CN fizeram nova manifestação em frente à matriz do banco, em Belém. A presidenta do Sindicato, Rosalina Amorim, lembrou que o julgamento do dissídio no TST é o momento crucial para a Campanha Nacional 2011 no Banco da Amazônia.
Fonte: Contraf-CUT com Seeb PA