O Itaú lucrou R$ 12,801 bilhões no 1º semestre de 2018

A pedestrian passes in front of a Itau Unibanco Holding SA bank branch in Brasilia, Brazil, on Friday, Jan. 20, 2017. Itau, the biggest bank in Latin America by market value, has reached an agreement to postpone to January 2022 the acquisition of shares of Colombia's CorpBanca. Photographer: Gustavo Gomes/Bloomberg
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O valor representa crescimento de 3,7% em relação ao mesmo período de 2017 –  Itaú lucrou R$ 12,801 bilhões no 1º semestre de 2018, um crescimento de 3,7% em relação ao mesmo período de 2017 e queda no trimestre de 0,6%. De acordo com o relatório do banco, “o desempenho no trimestre ocorreu em função da maior margem financeira com clientes e do maior ganho com prestação de serviços, além do menor custo do crédito. Esses efeitos positivos foram compensados por maiores despesas não decorrentes de juros e por menor margem financeira com o mercado”. O retorno sobre o Patrimônio Líquido médio anualizado (ROE) ficou em 22,0%, com aumento de 0,2 p.p. em doze meses.

A holding encerrou junho de 2018 com 86.144 empregados no país, com abertura de 4.892 novos postos de trabalho em doze meses. Segundo o Banco, a expansão do quadro de funcionários deve-se à aquisição das operações de varejo do Citibank no Brasil (com 2.897 trabalhadores) e as contratações na rede de agências do Banco de Varejo, além da maior contratação na área de tecnologia visando acelerar o processo de transformação digital. No período, o saldo foi de 8 agências físicas e 6 agências digitais abertas (que somaram 160 unidades, em junho de 2018). Entretanto, ao se considerar que 71 agências físicas do Citibank foram incorporadas ao grupo, o saldo, de fato, é de 63 agências físicas fechadas em doze meses.

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A Carteira de Crédito do banco apresentou crescimento de 6,1% em doze meses, atingindo R$ 623,3 bilhões. As operações com pessoas físicas (PF) cresceram 8,7% em relação a junho de 2017, chegando a R$ 195,0 bilhões, com destaque para cartão de crédito, que cresceu 17,2% e crédito pessoal, com alta de 9,6%. Já as operações com pessoas jurídicas (PJ) somaram R$ 228,1 bilhões, com queda de 3,0%. A queda no segmento de grandes empresas, excluindo o efeito da variação cambial foi de 3,1%, devido a baixa demanda no segmento. Na América Latina, a carteira de crédito cresceu 20,1%. O Índice de Inadimplência superior a 90 dias apresentou redução de 0,5 p.p em doze meses, ficando em, apenas, 3,4% no total, desconsiderando-se a América Latina. Diante disso, as despesas com provisão para devedores duvidosos (PDD) caíram 28,0%, totalizando R$ 7,5 bilhões.

A receita com prestação de serviços e tarifas bancárias cresceu 8,9% em doze meses, totalizando R$ 18,8 bilhões. Já as despesas de pessoal subiram 5,1%, chegando a R$ 11,3 bilhões. Com isso, a cobertura destas pelas receitas secundárias do banco foi de 166,27% em junho de 2018, com aumento de 5,84 p.p.

Fonte: Contraf-CUT

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