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A partir de então, a entidade entra definitivamente para o mundo sindical belo-horizontino, de Minas e do Brasil e nunca mais deixa o cenário político, com ações cada vez mais abrangentes.
O Sindicato já nasce com personalidade e com uma atuação firme em defesa dos direitos da categoria bancária, somando forças às lutas da classe trabalhadora mineira e brasileira. Nesses 79 anos, o Sindicato participou das principais lutas do país e foi protagonista de vários movimentos que mudaram a história nacional, sempre em defesa dos direitos da categoria bancária e do povo brasileiro.
Assim foi durante os difíceis tempos da ditadura militar, quando empunhou a bandeira da redemocratização do país e durante o governo neoliberal de FHC quando foi às ruas contra o arrocho salarial, a recessão econômica, a tentativa de retirada de direitos, o ataque à livre organização dos trabalhadores, a privatização dos bancos públicos e entrega do patrimônio nacional ao capital privado.
Ao completar 79 anos, na condição de terceiro maior sindicato dos bancários do país, o Sindicato é exemplo de luta para o país e se orgulha da sua história vitoriosa construída por uma categoria que faz da coragem e da determinação as principais armas para alcançar importantes conquistas.
79 ANOS DE LUTAS E CONQUISTAS DA CATEGORIA BANCÁRIA
1932 – Surge o Sindicato dos Bancários de BH e Região
1933 – Jornada de 6 horas.
1934 – Primeira greve geral da categoria.
Criação do Instituto de aposentadoria e Pensões dos Bancários.
Estabilidade a partir de dois anos de trabalho.
1961 – Gratificação de caixa.
1962 – Extinção do Trabalho aos sábados
– Jornada de 30 horas semanais.
1964 – 1975: Resistência à repressão, tortura e morte no período da ditadura militar. Entre 1971 e 1975 – intervenção no Sindicato.
1982 – Ajuda transporte e ajuda alimentação.
1983 – Fundação da Central Única dos Trabalhadores (CUT).
1985 – Caixa: Jornada de seis horas.
Primeira greve com abrangência nacional da categoria bancária.
Criação do Departamento Nacional dos Bancários (DNB).
1986 – Adicional noturno.
Auxílio – creche por 60 meses.
CEF: Direito à sindicalização.
1988 – Auxílio para filhos excepcionais ou portadores de deficiência.
A mobilização da categoria contra a política neoliberal do governo FHC impediu a privatização do Banco do Brasil e da CAIXA.
1989 – Intervalo de descanso para digitadores.
No acordo de 2000, os bancários conseguem incluir explicitamente no texto a bandeira da igualdade de oportunidades. Embora ainda não seja praticada, é um instrumento que possibilita exigir o cumprimento da igualdade dentro do banco, e estabelecer mesas de discussões com os banqueiros.
1990 – Vale-Refeição.
1992 – Primeira Convenção Coletiva Nacional
– Auxílio Creche/Babá
1994 – Vale-alimentação
Mais de dois meses de mobilização foram necessários para a conquista desse direito, que passou a integrar todas as convenções coletivas a partir de então.
1995 – Participação nos Lucros e Resultados (PLR)
1997 – Complemento para afastados
1998 – Comissão Permanente de saúde conclui o Programa de Prevenção, Tratamento e Readaptação de LER/DORT.
– Primeira tentativa de realização de uma mesa única de negociação para a campanha salarial.
1999 -Luta contra privatização
A mobilização da categoria contra a política neoliberal do governo FHC impediu a privatização do Banco do Brasil e da CAIXA.
2000 – Igualdade de oportunidades na Convenção Coletiva.
2003 – Primeira Campanha Salarial Unificada da categoria bancária.
2004 – Aumento Real e retomada das grandes mobilizações.
2005 – Igualdade para companheiros do mesmo sexo.
O BB e a CAIXA aceitam incluir companheiros do mesmo sexo como dependentes no plano de saúde. Após essa conquista, outros banco passaram a incluir companheiros do mesmo sexo nos planos de saúde próprios.
2006 – Fundação da Contraf- CUT (Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro)
– Adicional de PLR.
– BB e CAIXA assinam pela primeira vez a Convenção Coletiva
2007 – 13ª cesta alimentação. A campanha salarial de 2007 conquistou a 13ª cesta alimentação, resultado da garra e determinação dos bancários.
2008 – Novo modelo de PLR com 90% do salário mais valor fixo.
2009 – Adicional da PLR: 2% do lucro líquido distribuído de forma linear a todos os trabalhadores, com teto de R$ 2.100.
Banco do Brasil – Implantação do Plano Odontológico sem ônus para os funcionários.
2010 – Reajuste de 16,33% nos pisos (aumento real de 11,54%), reajuste de 7,5% (aumento real de 3,08%) para quem ganha até R$ 5.250 (o que engloba 85% da categoria) e em todas as verbas salariais, incremento na PLR e inclusão na Convenção Coletiva, pela primeira vez, de mecanismos para combater o assédio moral no trabalho. Caixa – PLR social com 4% do lucro distribuído linearmente entre os empregados.
2011 – Reajuste salarial de 9%, PLR de 90% do salário mais valor fixo de R$ 1.400 (reajuste de 27.2%), teto do valor adicional da PLR – que distribui 2% do lucro líquido – para R$ 2.800 (reajuste de 16,7%).
– 12% de reajuste do piso (aumento real de 4,30%).
– Proibição da divulgação de rankings individuais dos funcionários e transporte de numerário por bancários.
Fonte: Seeb BH