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"Não podemos aceitar que ocorra um tratamento diferenciado pela discriminação na contratação e promoção dos bancários. Não deve existir diferença no ambiente de trabalho baseada em gênero, raça ou orientação sexual", afirma Rosane Alaby, diretora do Sindicato e integrante da Comissão de Gênero, Raça e Orientação Sexual (CGROS) da Contraf-CUT.
Segundo dados do Mapa da Diversidade, as pessoas negras correspondem a 35,7% da População Economicamente Ativa do país. No entanto, no setor financeiro, negros e negras ocupam apenas 19% das vagas. Além disso, os negros recebem salários menores do que os brancos dentro dos bancos: enquanto um bancário branco recebia em média R$ 3.411 em 2009, o negro recebia um salário médio de R$ 2.870.
"Nossa intenção é discutir o significado dessa data, que comemora a abolição da escravatura no Brasil, e suas consequências para a população negra, que convive com uma triste herança de discriminação e exclusão", completa Deise Recoaro, secretária de Políticas Sociais da Contraf-CUT.
Fonte: Seeb Brasília