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A juíza titular da 15ª Vara do Trabalho de Belém, Paula Soares, a quem foi distribuída a ação, estipulou na audiência ocorrida no dia 27 de fevereiro o prazo até o dia 13 de março para que o Banco da Amazônia apresente os contratos de terceirização, com os respectivos aditivos, sobretudo da área tecnológica. Nesta oportunidade, também determinou que os autos fossem remetidos ao Ministério Público
O departamento jurídico do Sindicato está acompanhando os aditivos de contrato feitos entre o Banco e as empresas terceirizadas. "O Sindicato quer chamar a atenção para o número de terceirizados, e não para a legalidade das licitações. São quase cinco prestadores de serviços para cada funcionário aprovado em concurso, o que faz com que hoje no Banco da Amazônia exista 200 empregados concursados para mais de 800 contratados", destaca o vice-presidente do Sindicato e empregado do quadro de apoio do Banco da Amazônia, Sérgio Trindade.
O diretor do Sindicato e empregado do Banco da Amazônia na área de TI, Marco Aurélio Vaz, chama a atenção para o fato de que "pelas diferenças salariais que existem hoje no Banco da Amazônia, alguns colegas que foram aprovados em concursos estão pedindo demissão e ingressando nas terceirizadas, passando a ter um ordenado maior. Essa lógica precisa ser combatida, pois o fortalecimento do Banco passa obrigatoriamente pela valorização dos seus empregados".
Por fim, o diretor do Sindicato e empregado do Banco da Amazônia na GERHU, Cristiano Moreno, afirma que "o Banco deveria não apenas melhorar as remunerações dos seus empregados concursados, mas principalmente rever o Plano de Carreira, Cargos e Salários (PCCS) que está defasado há quase 20 anos".
Fonte: Seeb Pará