Getting your Trinity Audio player ready...
|
Nesta sexta-feira (28), a diretoria do Sindicato dos Bancários da Paraíba recebeu em sua sede o novo Gerente Regional Paraíba/Rio Grande do Norte, do Banco Itaú, Tácio Cunha Bertani, que veio acompanhado de Débora Machado, que está deixando a gerência geral da Agência Duque de Caixas – João Pessoa/PB, porque vai substitui-lo na Gerência Regional Maranhão/Piauí.
O presidente do SEEB – PB, Marcos Henriques, acompanhado dos diretores do Itaú Carlos Barão, Carlos Hugo, César Estrela e Raimundo Leonardo deram às boas vindas ao gestor e apresentaram os problemas que afligem os funcionários do Itaú Unibanco na base do SEEB – PB.
Após discorrerem sobre as cobranças por metas abusivas, os sindicalistas falaram dos problemas estruturais, com destaque para os sistemas de ar condicionado das agências. “São aparelhos obsoletos, que apresentam panes constantes e que demoram para serem consertados, transformando os expedientes em um verdadeiro inferno para bancários, clientes e usuários”, ressaltou César Estrela.
O gerente regional, que responde pelo acompanhamento de 33 agências do Itaú Unibanco na Paraíba e no Rio Grande do Norte, acatou as reivindicações dos bancários e se disse inteiramente à vontade para resolver os problemas do funcionalismo do Banco, dentro da sua jurisdição. “Agradeço a forma como fui recebido no Sindicato e me coloco à disposição da diretoria para recebê-los quando necessário e revolver os problemas que estiverem ao meu alcance”, comentou Tácio Cunha.
Em nome da diretoria, o presidente do Sindicato agradeceu a visita do gerente regional e enalteceu sua postura perante a Entidade representativa dos bancários.
“Acreditamos que agora o nosso relacionamento com o Itaú Unibanco será pautado pelo respeito mútuo, favorecendo a solução dos problemas que ocorram nos locais de trabalho. Vamos inaugurar uma nova fase e esquecer a experiência negativa que tivemos com o gerente regional anterior que, além de não receber o Sindicato, exagerava na cobrança pelo atingimento de metas abusivas”, concluiu Marcos Henriques.