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UNI
A UNI, entidade a qual a Contraf-CUT é filiada e representa 20 milhões de trabalhadores do setor de serviços em todo o mundo, e os sindicatos demonstram não entenderem a intransigência dos banqueiros.
> Clique aqui para ler a carta da UNI.
"Não entendemos a resistência do setor empresarial em cumprir as demandas apresentadas pelos trabalhadores, pois os bancos brasileiros, mesmo em um cenário de crise econômica, são donos de uma saúde financeira que se sobressai em relação a outras regiões, sendo responsáveis por remessas importantes de lucros para suas matrizes, que contribuem significativamente para garantir bons resultados, não só no Brasil, mas, sobretudo globalmente", afirma o secretário-geral do UNI, Philip Jennings.
Na carta a UNI solicitou à Fenaban "a retomada imediata das negociações e o estabelecimento do diálogo social verdadeiro, que condiga com o momento político que vive o Brasil atualmente, marcado pelo fortalecimento da democracia, pela inclusão social, e pelo reconhecimento da importância dos sindicatos como atores sociais".
Chile
A Confederación Bancaria de Chile (CSTEBA) enviou carta, solidarizando-se com a luta dos bancários brasileiros.
> Clique aqui para ver a carta da CSTEBA.
"Estamos siguiendo atentamente el conflicto. Para los trabajadores bancarios de Chile, el éxito de nuestros compañeros en Brasil en sus justas demandas salariales es muy importante. Brasil es el país más grande de Sudamérica, con un movimiento sindical sólidamente organizado en la banca, por ello las victorias que Ustedes consiguen repercuten finalmente también en nuestro país", afirma o documento.
"Ante las justas demandas y reivindicaciones nuevamente la patronal se muestra indolente e intransigente, pero la fuerza y la unidad de los trabajadores se impondrán en esta lucha contra los abusos de los dueños del Capital, que se enriquecen a costa de nuestro trabajo, esfuerzo y humanidade", defende a mensagem dos chilenos.
Unidade
"Agradecemos imensamente o apoio da UNI e de todos esses sindicatos, pois são de muita importância para o fortalecimento do movimento e servem para pressionar ainda mais os bancos a retomar as negociações e apresentar uma proposta decente aos bancários. A intransigências dos banqueiros levou os trabalhadores à greve e o impasse expõe negativamente a imagem dos bancos também em nível internacional", afirma Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT e da UNI Américas Finanças.
Para ele, "a solidariedade é fundamental neste processo de globalização financeira em que vivemos, e prova que a luta dos trabalhadores não tem fronteiras e que devemos batalhar juntos por melhores condições de trabalho em todos os países e por um sistema financeiro a serviço do desenvolvimento econômico e social de todos os povos", conclui.
Fonte: Contraf-CUT