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O aumento, na maioria dos casos, fica acima da inflação acumulada no período, de cerca de 5%.
O Itaú teve o maior aumento no preço cobrado por um pacote: 41%. O pacote do banco que sofreu o menor aumento teve alta de 5%, igual à inflação do período.
O Banco do Brasil teve uma elevação nos preços nivelada, com altas de 9,5% e 10%.
A Caixa Econômica Federal teve seus pacotes reajustados mais elasticamente, com o menor aumento do pacote de 2,99% e o maior de cerca de 30%.
No HSBC, o menor aumento foi de 6,4%, enquanto o máximo foi de 20%.
O Safra fez dois reajustes, de 11% e 28% no período analisado.
O Santander fez as menores alterações. O único pacote que teve aumento subiu 3%.
De acordo com Paulo Arthur Góes, diretor executivo da Fundação Procon-SP, a grande quantidade de pacotes dificulta a comparação e a escolha do consumidor.
Fonte: Folha.com