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No Paraná, o piso salarial dos vigilantes é de R$ 1.140. O adicional de periculosidade fica, com a nova lei, em torno de R$ 340. Segundo o Sindicato dos Vigilantes, a quitação da nova conquista deveria ter sido feita pela primeira vez neste início de janeiro, o que não ocorreu.
"Pelo que a gente vê, a paralisação é praticamente inevitável. Os bancos vão ficar sem segurança e, sem segurança, eles não podem abrir. Se [as empresas] não fizerem o pagamento, não existe outra alternativa a não ser a greve, com abrangência estadual", avisa o presidente do Sindicato, João Soares.
O Sindicato das Empresas de Segurança Privada do Paraná (Sindesp-PR), em nota, disse seguir as orientações Federação Nacional das Empresas de Segurança e Transporte de Valores (Fenavist). A entidade relata que "o pagamento de ‘adicional de periculosidade’ ao trabalhador exposto a ‘roubos ou outras espécies de violência física nas atividades profissionais’, só acontecerá após a efetiva ‘regulamentação aprovada pelo Ministério do Trabalho e Emprego’, como previsto na mencionada Lei".
Negociação salarial
Os vigilantes alertam que vão aproveitar a assembleia desta quinta-feira para começar a discutir o reajuste salarial deste ano. A data-base da cagtegoria ocorre no mês de fevereiro de cada ano. Em 2013, o sindicato tem uma proposta de reajuste da inflação, aumento no vale refeição e ganho real de 5%.
O Sindesp-PR alegou, por meio da assessoria de imprensa, que ainda não tem um posicionamento sobre a negociação salarial.
Fonte: Contraf-CUT com Gazeta do Povo