ContrafCast entrevista Meilliane Vilar, advogada da CUT na defesa da lei de igualdade salarial no STF

site
Getting your Trinity Audio player ready...

Supremo julga nesta quarta ação de constitucionalidade da lei que fortalece combate à desigualdade de gênero, ingressadas pela Central e outras organizações sindicais em contraponto às ações de inconstitucionalidade ajuizadas pelo Partido Novo e grupos empresariais

O Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) irá julgar, nesta quarta-feira (6), uma ação de constitucionalidade da Lei de Igualdade Salarial entre Homens e Mulheres (nº 14.611/2023), ajuizada pela Central Única dos Trabalhadores (CUT) e outras entidades sindicais, em contraponto a duas ações diretas de inconstitucionalidade (ADIs) à lei, ingressadas pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e Confederação Nacional do Comércio (CNC) e Partido Novo, e que também serão julgadas no mesmo dia.

Nesta edição do ContrafCast – o PodCast da Contraf-CUT – entrevistamos a doutora Meilliane Vilar, sócia da LBS Advogadas e Advogados, que representante da CUT na Corte.

As ADIs do Novo e dos grupos empresariais questionam a implementação de planos de ações, por parte das empresas, para corrigir desigualdades remuneratórias entre homens e mulheres que atuam em funções idênticas, além dos critérios do envio de dados para o relatório de transparência salarial, defendido pela CUT como ferramenta essencial no combate à discriminação no ambiente de trabalho.

Segundo Meilliane, serão duas sessões no dia. Na primeira, os 11 ministros do Supremo julgarão a ação de constitucionalidade das entidades sindicais trabalhistas e, na segunda, julgarão as ADIs ingressadas pela CNI e pela CNC e Partido Novo.

Diante do histórico do STF em proteger os direitos das mulheres, a expectativa é que a Corte julgue procedente a ação de constitucionalidade da Lei de Igualdade Salarial, assim como improcedentes as de inconstitucionalidade.

Assista ou escute o podcast na íntegra:

Fonte: Contraf-CUT

Enfrentamento ao Assédio Moral e Sexual
Sindicalize-se
Mapa da Violência
Nossos Convênios