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"Os dois bancos privados descumpriram as diretrizes da OCDE para as empresas multinacionais por utilizarem práticas antissindicais para frear a greve dos bancários, durante o mês de setembro de 2009", aponta o presidente da Contraf-CUT e da UNI Américas Finanças, Carlos Cordeiro. "Um desses abusos foi o uso de brechas jurídicas, como o interdito proibitório, para impedir a presença de dirigentes sindicais nas unidades para mobilizar os trabalhadores", destaca.
A aceitação das denúncias é o primeiro passo do processo. A próxima etapa será a convocação das partes para uma tentativa de conciliação. Qualquer que seja o resultado será apresentado sob forma de relatório na reunião mundial da OCDE, em novembro.
> Veja o relatório da OCDE aceitando a denúncia contra o Santander
> Leia o relatório da OCDE aceitando a denúncia contra o Itaú Unibanco
> Veja a carta com a denúncia sobre o Itaú Unibanco
> Leia a carta com a denúncia sobre o Santander
Fonte: Contraf-CUT com Seeb São Paulo





