Sindicato dos Bancários realiza ato em agências do Banco do Brasil participando de mobilização nacional

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O Sindicato dos Bancários da Paraíba realizou ato nas agências do Banco do Brasil em João Pessoa buscando melhores condições de trabalho nesta quarta-feira (5), denunciando o desrespeito à saúde física e mental dos bancários e bancárias.

Com o mote “A meta tem que ser o respeito”, a manifestação chamou atenção para práticas do banco que desrespeitam e adoecem os trabalhadores. Entre elas, as metas inalcançáveis e a imposição de mudanças e reestruturações sem qualquer diálogo com a representação da categoria, atacando direitos e piorando as condições de trabalho.

A mobilização integrou o dia nacional de luta dos funcionários do Banco do Brasil, promovido pela Comissão de Empresa dos Funcionários do BB (CEBB) e pela Contraf-CUT, que vem denunciando a política de metas abusivas, o enfraquecimento do diálogo interno e a falta de valorização dos trabalhadores. O movimento reforça que a verdadeira meta do banco público deve ser o respeito ao trabalhador, ao cliente e à sua missão pública.

De acordo com o movimento sindical, as recentes decisões da direção do Banco do Brasil têm gerado precarização nas relações de trabalho, ampliando o acúmulo de funções, a sobrecarga e o adoecimento físico e mental. A categoria cobra transparência e diálogo nas decisões que impactam diretamente a vida dos funcionários e a qualidade do atendimento à população.

A diretora do Sindicato dos Bancários da Paraíba, Magali Pontes, destacou a importância da mobilização e da união dos trabalhadores diante dos ataques e retrocessos.

“O sindicato é uma extensão dos trabalhadores e sua força depende da categoria. Vivemos um momento em que os direitos e as organizações sindicais vêm sendo enfraquecidos, mas é fundamental que os bancários compreendam que só a unidade pode garantir conquistas. Precisamos ocupar os espaços de luta e manter a resistência ativa, porque nenhuma categoria sozinha conseguirá enfrentar esse cenário de retrocessos”, afirmou Magali.

O diretor de imprensa do Sindicato, Paulo Henrique, reforçou que o ato é um chamado à reflexão e à mobilização.

“O que estamos vendo é um banco que perdeu o diálogo e trata seus trabalhadores com metas e cobranças que adoecem. Nosso papel é denunciar, mobilizar e mostrar que o Banco do Brasil só cumpre sua função pública quando respeita quem faz o trabalho acontecer: os bancários e bancárias. Esse movimento é por dignidade, saúde e respeito”, destacou Paulo.

O Sindicato segue mobilizado em defesa dos direitos dos funcionários e funcionárias do Banco do Brasil, cobrando condições dignas de trabalho, valorização profissional e o fim das práticas abusivas que têm comprometido o bem-estar da categoria.

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