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Crédito: Seeb São Paulo
Insatisfação dos trabalhadores com descontos na PLR em São Paulo
O protesto foi mais um de uma série que o Sindicato vem realizando há várias semanas, em agências e concentrações do banco inglês, contra a compensação do PPR/PSV na PLR. Essas manifestações, que também ocorrem em outros estados do país, foram intensificadas após negociação frustrada com o banco, em 31 de janeiro, na qual foi mantida a compensação.
"O desânimo abateu principalmente os bancários do Telebanco porque eles trabalham com vendas e quando se depararam com o holerite e todos os descontos que o banco promoveu sobre a PLR, perceberam que não vale a pena se esforçar para bater metas", ressalta Luciano.
Segundo o dirigente, há casos em que o funcionário deveria receber R$ 6 mil como segunda parcela da PLR, mas acaba recebendo R$ 500, após todos os descontos promovidos pelo banco.
"Cada bancário acompanha seu rendimento por meio do site interno. Ele sabe quando bate a meta e quanto isso deveria render para ele. Isso cria uma expectativa que cai por terra quando vêm os descontos. Ou seja, pra que bater metas se você não ganha? O HSBC não valoriza seus funcionários e os trabalhadores vão manter a pressão contra o banco", afirma.
Fonte: Contraf-CUT com Seeb São Paulo