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O SINDICATO DOS BANCÁRIOS DA PARAÍBA (SINTRAFI-PB), COMUNICA À SOCIEDADE EM GERAL QUE OS FUNCIONÁRIOS DO BANCO DO BRASIL E DA CAIXA ECONÔMICA FEDERAL VÃO PARALISAR AS ATIVIDAES A PARTIR DA ZERO HORA DA QUINTA-FEIRA, 10 DE SETEMBRO DE 2026
O Sindicato dos Bancários da Paraíba (Sintrafi-PB) comunica à sociedade paraibana a paralisação das atividades do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal por tempo indeterminado, na sua base de atuação, a partir da zero hora da quinta-feira, 10 de setembro de 2026.
A medida foi tomada devido à rejeição das propostas insuficientes apresentadas pelos respectivos bancos e avaliadas na Assembleia Geral Extraordinária realizada nos dias 3 e 4 de setembro de 2026, destoando totalmente das propostas apresentadas para os funcionários das demais instituições financeiras participantes da Campanha Nacional dos Bancários Unificada 2026.
Na Assembleia Geral Extraordinária realizada de forma remota/virtual nos dias 3 e 4 de setembro, os funcionários da base do Sindicato dos Bancários da Paraíba (Sintrafi-PB) expressaram suas vontades que culminaram com os seguintes resultados: os funcionários dos bancos privados aprovaram a proposta da Fenaban com 74,94% dos votos válidos, os funcionários do Banco do Nordeste do Brasil (BNB) aprovaram a proposta com 63,70% dos votos válidos e os do Banco de Brasilia (BRB) aprovaram com 89,29% dos votos válidos. Já os bancários do Banco do Brasi (BB) e Caixa Econômica Federal (Caixa) rejeitaram as propostas, respectivamente com 77,38% e 93,58% dos votos válidos e deliberaram pela paralisação das atividades por tempo indeterminado, a partir da zero hora da quinta-feira, 10 de setembro de 2026.
“Infelizmente, os representantes do Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal tiveram tempo suficiente para elaborar uma contraproposta decentes a quem se entrega de corpo e alma ao trabalho que resulta em lucros cada vez mais maiores, mas não ofereceram sequer uma proposta aceitável. Somos feitos de esperança e movidos pela luta e pleiteamos apenas o que nos é devido. Se não veio pela via negocial, vamos usar nossa arma constitucional, que é a greve!”, desabafou o presidente do Sindicato, Lindonjhonson Almeida.
ois/.





